José Fontinhas Rato nasceu na Póvoa de Atalaia em 19 de Janeiro de 1923 tendo falecido no Porto em 13 de Junho de 2005 e foi conhecido no mundo cultural como Eugénio de Andrade

Passamos pelas coisas sem as ver
Passamos pelas coisas sem as ver,
gastos, como animais envelhecidos:
se alguém chama por nós não respondemos,
se alguém nos pede amor não estremecemos,
como frutos de sombra sem sabor,
vamos caindo ao chão, apodrecidos.
Poema de Eugénio de Andrade
9 comentários:
Uma homenagem inteiramente merecida, para que não passemos pelas coisas sem as ver...
Beijo, querida amiga.
Uma singela mas significativa homenagem! Eugénio de Andrade, continuará entre nós, através da sua incomparável poesia!...
Um abraço!
AL
belíssima escolha.
beijo
Bem escolhida esta poesia de Eugénio de Andrade. Convido-vos a visitar o meu site: http://poetadanielcristal.blogspot.com/
Um dos mais lindos poemas de Eugénio de Andrade, este.
Um poeta único que ficará para a História da literatura e para nosso deleite e dos vindouros.
Beijos
Belo poema e justa lembrança. Bjo
Bem recordado; nunca é demais. Que não caiamos "ao chão, apodrecidos". Abraço
uma bonita homenagem a um poeta que muito admiro.
beijo
Deixo o meu apreço pela homenagem feita aqui ao escritor Eugénio de Andrade que admiro, a quem a Freguesia de Canidelo homenageou em 2005 com a maior avenida que possuí.
Bjs M.M
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