quinta-feira, janeiro 08, 2015

Falso Diligenciar



No obedecer de um falso diligenciar humano,
apenas por ter a mão no leme...
torna-se castrador aviltante do direito simples
do viver, de humanos injustamente condenados
à cegueira, à surdez e à mudez de um tentar ser digno.

No obedecer de um falso diligenciar humano,
ordena-se arrastar pelo esbulho fácil, de sorrisos cínicos
a validade de uma esperança vida,
a serenidade de uma liberdade coerente...até ao descanso justo.
- Nem Judas traiu assim...

  José Luís Outono 
 Poema e Imagem 

3 comentários:

Dulce Rodrigues disse...

Fabuloso

Graça Pires disse...

Gostei muito do poema de José Luís Outono.Parabéns para ele.
Beijos para si.

Manuel Pintor disse...

cadafalsos por trinta moedas!