sábado, julho 25, 2015

E foi assim que me fiz árvore!



A princípio era só céu!
E foi por isso que não deu
E zanguei-me com o céu!

Depois passei a ser só terra!
E foi por isso que não deu
E zanguei-me com a terra!

Finalmente, a pouco e pouco, 
céu e terra deram-se as mãos fraternas.

E foi assim que me fiz árvore
a crescer dentro de mim…

13 comentários:

Eduardo Aleixo disse...

Obrigado amiga.
Um abraço.

© Piedade Araújo Sol disse...

um poema muito belo do Edu.
uma boa escolha MM
bom fim de semana.
beijinho
:)

luís rodrigues coelho Coelho disse...

Uma leitura agradável.
O paralelo entre a poesia e a árvore.
Ambas crescem por dentro.

Eduardo Aleixo disse...

Pretendi, Luis Rodrigues, com a imagem da árvore, sombolizar o equilíbrio que ela representa na minha vida que sempre o procurou e vê nela - arvore- a ligação entre a terra ( raízes) e o céu ( folhas- ar- fotossíntese).
Obrigado.

Manuel Pintor disse...

toda a árvore se faz mar de horizontes!

Ninguem disse...

Como faço para deixar aqui umas linhas?
Preciso que me leiam e os meus amigos não o podem fazer!

Tiago Fernandes

Graça Pires disse...

Gosto dos poemas do Eduardo Aleixo. Bela partilha, MM.
Um beijo.

Jaime A. disse...

E foi também assim que nasceu a poesia.

Poetas Madeirenses disse...

Apenas para me dar a conhecer
http://poesiamadeirense.blogspot.pt/

Cristina Cebola disse...

Um poema muito simbólico.
A árvore nasce na terra e eleva-se ao céu...

Beijinho meu

Jaime A. disse...

É no dar as mãos que se cresce em direcção a nós próprios.

Ana Pereira disse...

Olá
Passei para deixar o meu espaço de poesia para o caso de querer visitar.
Um abraço, Ana Pereira

http://almainspiradora.blogspot.pt/

https://www.facebook.com/Inspirem-se-152092588276991/timeline/

Agostinho disse...

Uma maravilha, MM. Parabéns!
Boas escolhas, bom grafismo...
Com marotices destas está-se no céu.