domingo, outubro 02, 2005

invisibilidades


Imagem daqui

Mastiguei um pedaço de luz
e
desenhei,
por inteiro, o Vazio
e
a nudez de um Rio, como se a memória adormecesse sem pesadelos, nem muros-caiados-de-silêncios…
Só as sombras eram brancas, frias, (des)luadas na noite que me dormia…
Despenteadas…
Bailarinas invisíveis,
que me consomem vampiras, o sentir e o Ver...


Poema de Almaro

10 comentários:

  1. Obrigado pela sua visita ao meu caderno de jornada e pelas palavras que lá deixou. Embora o nome, puro jogo de sons, pareça sugerir o contrário, gostarei sempre que volte. Eu, quanto ao seu blog, voltarei e referi-lo-ei a outros. Daí que o inscreva na minha lista de elos. Votos de um bom domingo!

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  2. Querida Poesia (?)
    obrigado pela visita e pelos poemas.
    Um beijo
    Daniel

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  3. Estou adorar este blog :-)
    Vou escrewver agora, finalmente, email...até já!
    Beijinho Grande
    Maria João

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  4. Fantástico, adorei o post, escreves divinamente.
    Beijinhos

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  5. Um poema de alguém que escreve tão bem como seja, o ALMARO. E a foto também dele é belissima. Reli com todo o gosto este poema!
    Boa selecção.

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  6. Adorei descobrir este teu blog de poesia!

    Fica bem e continua a sorrir...

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  7. Como uma fénix renascida!

    Grata por partilhares este canto comigo.

    Qualquer coisa que precises, já sabes.

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  8. Como é bom engolir em seco, ao ler um poema destes!!

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  9. Lindo esse poema, cheio de significados, dos mais sorrateiros aos mais profundos. De qualquer maneira vou deixar meu rastro para que me sigas.
    bjs

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