No iniciar de mais um ano, em que esta página sobreviveu pelo apoio e carinho que os seus frequentadores têm demonstrado por ela, é tempo de reviver e criar novos alentos.
O Poesia Portuguesa nasceu da partilha das palavras que mais lhe tocaram e que ia descobrindo, em blogues de língua Portuguesa.
É tempo de voltar a essa partilha e, continuar a alimentar sonhos e esperanças…

Imagem Google
quero sonhar
acordar e saber que sorriste
quero amar
e pensar que amar é saber que da dor caíste
hummm, queria provar o sabor da minha infância
correr, correr e não mais crescer
das pedras calcadas pelo calor saber delas beber
como é bom ser sonho de criança
tou sozinho
mexo-me e sinto-me vivo
é tão bom esse teu néctar
esse teu desejo infinito de saber a magia
penso em ti
mexeste onde tou sozinho
nos meus pensamentos desertos
quero-te assim
onde meu navio parou
parou num tempo sem vela
e sem rumo e que só te quer bela
mas como não posso parar digo-te
ou digo-me a mim
que a noite tem esperança
que o tempo pode ser meu
que os desejos podem viver em prazeres
que o vento que se descobre a ele próprio é vivo
e que o amor parecendo banal, pode ser infinito
"suspiro"a quem te enganas
ela dançou para ti
e não foste capaz de dizer simplesmente
que naquele momento a amaste sem fim...